Um país cresce quando dialogam de modo construtivo as suas
diversas riquezas culturais – a popular, a universitária, a artística, a
tecnológica, a econômica e a da família – e a cultura da mídia.
O futuro exige também uma visão humanista da economia e uma
política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, de
todos, evitando elitismos e erradicando a pobreza.
A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade
crescer é a cultura do encontro, segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo
de bom.



