Novidades sobre a saúde de Pe. Zezinho, scj
Hoje meu irmão e amigo, Pe. Zezinho, scj chegou de volta à comunidade do Conventinho, em Taubaté, onde reside desde a década de 1970. Como todos sabem, em setembro ele foi vítima de um AVC isquêmico provavelmente provocado pelo diabetes. Ficou hospitalizado e muito bem cuidado no Hospital Pio XII e depois no Antoninho da Rocha Marmo, em São José dos Campos. Ambos são uma iniciativa das Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada. Esta congregação sempre teve uma atenção especial da parte de Pe. Zezinho. Agora foi a vez de ele receber cuidados… não existem palavras para descrever o zelo e dedicação que ele recebeu das irmãs.
Bem… Pe. Zezinho chegou esta manhã e foi recebido com uma calorosa salva de palmas. Era visível a alegria de todos os 60 confrades que moram nesta casa, pela volta deste irmão maior que é referência na saúde e na doença. Desde o AVC ele luta para driblar lapsos de memória que afetam a continuidade de suas frase e às vezes lhe roubam palavras, nomes, sílabas ou letras que ficam faltando ou sobrando. Ficou um limite, sim! Mas seu ânimo continua sendo impressionante. Ele gasta cada minuto inventando modos criativos de mapear e driblar estas armadilhas mentais. Trata isso como uma espécie de jogo ou desafio pessoal. Continua não conseguindo cantar músicas como Oração pela Família. Mas sabe assoviar toda a melodia. Quando o vi, há dez dias, não cantava nada. Hoje ele cantou para mim os dois primeiros versos. Já lembra o nome de diversas pessoas. O meu não lembrou. Mas sabe exatamente quem sou e o que devendo para ele. Olha no celular e sabe que fui eu que liguei ou mandei mensagem. Com o celular na mão descobriu como recordar o nome das pessoas. Não consegui escapar.
O tempo dirá a velocidade da recuperação. Torcemos e rezamos para que ele logo consiga compor, digitar, criar, cantar etc. Agora é ter paciência e dedicar-se ao exercício de criar sinapses. Quando lhe perguntei como se sente ele me disse: “As palavras estão voltando”. Cada nome lembrado é uma vitória. Programamos fazer alguns coisas juntos: livros inacabados, canções incompletas, ideias em elaboração.
Antes de escrever esta crônica, conversei demoradamente com ele e perguntei o que achou do meu primeiro texto e se poderia escrever isso para as pessoas que perguntam sobre sua saúde. Ele me disse que gostou do que escrevi e que seguisse em frente. Após sua autorização e a aprovação dos meus superiores, escrevi. Não é para satisfazer apenas a curiosidade de alguns. Sei que a maioria das pessoas transforma estas informações em prece… e é disso que Pe. Zezinho mais precisa nestes momento. O cuidado da comunidade, de seus familiares e de nossa enfermeira da comunidade, Carol, ele tem. Obrigado pela oração que você fará ao terminar de ler estes escritos.
Bem… Pe. Zezinho chegou esta manhã e foi recebido com uma calorosa salva de palmas. Era visível a alegria de todos os 60 confrades que moram nesta casa, pela volta deste irmão maior que é referência na saúde e na doença. Desde o AVC ele luta para driblar lapsos de memória que afetam a continuidade de suas frase e às vezes lhe roubam palavras, nomes, sílabas ou letras que ficam faltando ou sobrando. Ficou um limite, sim! Mas seu ânimo continua sendo impressionante. Ele gasta cada minuto inventando modos criativos de mapear e driblar estas armadilhas mentais. Trata isso como uma espécie de jogo ou desafio pessoal. Continua não conseguindo cantar músicas como Oração pela Família. Mas sabe assoviar toda a melodia. Quando o vi, há dez dias, não cantava nada. Hoje ele cantou para mim os dois primeiros versos. Já lembra o nome de diversas pessoas. O meu não lembrou. Mas sabe exatamente quem sou e o que devendo para ele. Olha no celular e sabe que fui eu que liguei ou mandei mensagem. Com o celular na mão descobriu como recordar o nome das pessoas. Não consegui escapar.
O tempo dirá a velocidade da recuperação. Torcemos e rezamos para que ele logo consiga compor, digitar, criar, cantar etc. Agora é ter paciência e dedicar-se ao exercício de criar sinapses. Quando lhe perguntei como se sente ele me disse: “As palavras estão voltando”. Cada nome lembrado é uma vitória. Programamos fazer alguns coisas juntos: livros inacabados, canções incompletas, ideias em elaboração.
Antes de escrever esta crônica, conversei demoradamente com ele e perguntei o que achou do meu primeiro texto e se poderia escrever isso para as pessoas que perguntam sobre sua saúde. Ele me disse que gostou do que escrevi e que seguisse em frente. Após sua autorização e a aprovação dos meus superiores, escrevi. Não é para satisfazer apenas a curiosidade de alguns. Sei que a maioria das pessoas transforma estas informações em prece… e é disso que Pe. Zezinho mais precisa nestes momento. O cuidado da comunidade, de seus familiares e de nossa enfermeira da comunidade, Carol, ele tem. Obrigado pela oração que você fará ao terminar de ler estes escritos.
Pe. Joãozinho, scj
Posted by Padre Joãozinho, scj A - DIÁRIO Subscribe to RSS feed

