sábado, 2 de junho de 2012

Missão com idosos



É de chorar!!!

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Me. Teresa e Ir. Dulce existem e existirão sempre... muito mais perto de nós do que podemos imaginar...


As esperanças se renovam, além dos augúrios de felicidade e paz, faz-se mister que reflitamos
sobre um tema que nos aproxima do Pai.

Este tema em epígrafe é a porta para a nossa salvação eterna.

Como o servir de coração aberto é gratificante!

Observamos que no dia a dia, as pessoas estão sempre preocupadas em servir aos que não precisam e até o fazem com esmero, deixando de lado os que mais necessitam, o pobre anônimo que bate a nossa porta, o faminto que nos procura, que nos estende a mão...

Não há dúvida de que, nos dias de hoje, o serviço deverá estar revestido de cautela, pois há pessoas que se aproveitam da nossa boa fé e, por isso, não podemos viver armados de candura, porém, devemos servir sempre, indistintamente, indiscriminadamente.

A escritura nos diz, nos relata com bastante veemência a importância de servir, sobretudo no episódio do doutor da lei e do bom samaritano. “Senhor, quem é meu próximo?”. É um exemplo

vivo do serviço, que deve brotar, espontaneamente, do coração de cada um, pois a pedra angular da nossa salvação, repito, é o serviço espontâneo e sincero, aquele que vai fazer o irmão feliz.

Quantos estão precisando do nosso serviço!

A criança desamparada, que, despretensiosamente, anseia por uma doação. O idoso desesperançado, por uma migalha da nossa ajuda...

O serviço é, também, uma doação. É tudo aquilo que conseguimos fazer ao

próximo, para torná-lo feliz.

Será que nos preocupamos em estar sempre a serviço de alguém, em prol, também, do seu bem-estar? Será que visitamos um doente no leito do hospital?

Que nos sacrificamos para ver alguém feliz? Precisamos auto-avaliar, a respeito de tudo isso.

Precisamos sair do nosso “ego“ e nos lançarmos à pratica do serviço.

Devemos pedir ao Pai as oportunidades de servir, pois ele no-las dá.

Lembremonos de São Tiago “A fé e a obra“, a contemplação e a ação, o “ora et labora“ de nosso pai São Bento.

E quando surgem as oportunidades, é preciso que nós as aproveitemos e agradeçamos ao Pai por isso.

Quando servimos a quem realmente precisa, é a Deus que estamos servindo.

O serviço individual, anônimo e desinteressado toca o coração do Pai e atende ao gosto de Deus, pois Ele se encarnou, experimentou a nossa condição humana, servindo, trabalhando, amando a todos, dentro de uma humildade ímpar e exemplar.

Portanto, irmãos eu os exorto a que não desperdicemos as oportunidades de servir, que sempre nos surgem. É isso, apenas isso, o amor e o serviço aos irmãos que vamos levar para Deus no dia da nossa passagem. Tão somente isso.

Descubra a felicidade de servir! Façamos como São Vicente de Paulo “A verdadeira caridade abre os braços e fecha os olhos”, pois “Ninguém é tão rico que não precise de ajuda e ninguém é tão

pobre que não possa ajudar”. Descubra a felicidade de servir!

(*) Este tema já foi objeto de uma

Campanha da Fraternidade (CNBB)

há anos.



Descubra a felicidade de Servir.

Ir. Bento (Juvenal) Vieira Gomes Filho, Obl. OSB

Ir. Bento (Juvenal) Gomes, Obl. OSB

Oblato





Um comentário:

  1. mui linda e instrutiva reflexao - obrigada pelo carinho da palavra.
    bjosss com poesias SEMPRE
    http://www.ritapoesias.kit.net/SEMPRE.htm

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